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sábado, 5 de abril de 2014

The burrows of Dasypus hybridus Cingulata: Dasypodidae)

GONZÁLEZ, E.M.; SOUTULLO, A.; ALTUNA, C.A. 2001. The burrows of Dasypus hybridus Cingulata: Dasypodidae). Acta Theriologica 46(1):53-59.

Abstract. Dasypus hybridus (Desmarest, 1804) inhabits open fields in southern South America. Burrows of D. hybridus were cylindrical with a conical end. They had an entrance and a single tunnel without branches. Three locations of the burrows in the terrain were detected: in banks of dried waterways, near rocks, and in open field. The orientation of 29 burrow mouths was not random and, although they did not point to any cardinal point, in particular there was a strong tendency to avoid the south quadrant. In a sample area of 90 x 140 m, burrow mouths were arranged in a random spatial pattern with a density of 25.4 burrows por ha. Great variation in burrow length was found (118.8 +/- 105.69 cm, CV = 89.0%). Tunnels may be used as refuges and/or for thermo-regulation. The orientation of burrow mouths can also be related to thermoregulation as tunnels are covered from dominant winds, and, for many hours every day, the temperature at the mouths can be influenced by insolation. The possible existence of shelter-burrows and resting-burrows is discussed.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Fotos: Armadilha de queda (pitfall trap)

Mais uma foto sobre técnicas para estudos com mamíferos. Armadilhas de queda (pitfall traps) são especialmente úteis para capturar animais terrestres sem o uso de iscas. Também tem a vantagem de serem permanentes, por isso não é preciso carregar equipamento. Contudo, a instalação é trabalhosa (precisa cavar buracos profundos), e não é efetiva para animais essencialmente arborícolas. Alguns dizem que as recapturas são menores, pois os animais tendem a evitar as armadilhas, mas no único estudo com essas armadilhas que acompanhei havia um bom número de recapturas.
A foto mostra uma pitfall de 60 livros, ideal para pequenos mamíferos (roedores e marsupiais). Modelos menores (como copos de 300ml) são usados para invertebrados e modelos maiores (verdadeiras trincheiras) para grandes vertebrados.
Fotógrafo: Maury S.L. Abreu
Contato: maury.abreu@gmail.com

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Fotos: Thaptomys nigrita

Capturado durante levantamento de mamíferos em Guaporé, este roedor Akodontini caracteriza-se por apresentar porte bem pequeno (este indivíduo tinha 28 gramas, mas outro indivíduo de 16 gramas já havia sido capturado), cauda pequena (menor do que o corpo), orelhas pequenas e coloração escura, sem diferença marcante entre ventre e dorso. As orelhas são tão pequenas que nem sequer é possível colocar anilha.
Espécie: Thaptomys nigrita (rato-pitoco).
Fotógrafo: Paulo T. Sarti.
Contato: paulo.tomasi@gmail.com.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Fotos: Oxymycterus quaestor

Roedor de porte mais avantajado (os indivíduos que foram capturados nesta ocasião tinham entre 71 e 105 gramas), caracterizam-se por comportamento fossorial (ocorrem essencialmente no solo). Possuem unhas grandes, focinho alongado e cauda curta. Todos os indivíduos da amostragem foram capturados às margens do rio Marmeleiros, em Barracão.
Espécie: Oxymycterus quaestor (rato-focinhudo).
Fotógrafo: Maury S.L. Abreu.
Contato: maury.abreu@gmail.com.